domingo, 27 de abril de 2008

Organizando.


Dessa vez eu deixo meu cabelo crescer.

Estou no oitavo livro desse ano: Vidas Secas, de Graciliano Ramos.

Estou anotando e organizando tudo e tentando economizar papel e água.

Fiz uma pasta pra guardar todas as apostilas escolares, divididas por disciplinas e separadas com clipes, assim eliminei a necessidade de comprar apostilas novas por ter perdido as que eu já tinha.

A fim de parar de gastar papel demasiadamente, procurei por cadernos que estavam guardados e sem uso, pelo simples fato de terem a capa “bonitinha” e eu ter ficado com pena de usá-los e dei utilidade a cada um deles. Comprei mais alguns com a finalidade de não haver mais o gasto excessivo de folhas soltas e dispersas, evitando assim a perca de informações e o gasto de mais folhas soltas para reaver essas informações.

Tenho um caderno onde colo fotos.

Outro pra anotações, resumos e glossário de palavras novas referentes a livros.

Outro para resumos de eventos, palestras e filmes.

Outro para rascunhos e idéias.

Outro para agendar ou lembrar coisas relacionadas à escola.

Outro exclusivo para a oficina e para o curso de cinema.

É, eu consegui passar na prova pra fazer o curso, apesar de ter dito que Tropa de Elite é realidade.

Estou gostando de fazer e assistir documentários. Sempre surgem idéias na minha cabeça e já obtive aprovação para realizar uma delas.

Eu tenho um álbum que guardo como uma relíquia, cheio de fotografias dos anos 60 de obras urbanas. Comprei-o num brechó e até hoje me pergunto quem colocaria a venda um objeto desses. E é aí que surge um batalhão de outras indagações: Como uma coisa tem tanta importância pra uma pessoa e pra outra não significa nada?

Existe definição pro que “serve” ou “não serve”? Pro “bonito” e pro “feio”? Pro “velho” e pro “novo”? E por aí vai...